domingo, 18 de outubro de 2009

Confusão ou confissão


Sei lá, fiquei com vontade de escrever hoje. Pra quem? Pra quê? Por que? Sei lá... Estava lembrando da minha viagem a Búzios. O quanto foi importante e esclarecedora. Não só no meu futuro profissional como pessoal também. Aprendi que nós nos fazemos o que seremos amanhã, que cada atitude, gesto ou olhar já mostra cada coisa ou sentimento diferente. Aprendi a não dar tanto valor á certas coisas ou pessoas que não irá somar em nada na minha vida, muito pelo contrário, só irão subtrair. Que certas coisas acontecem quando tem que acontecer ou precisam acontecer. Seja a pedra que caí ou a "lua beijando o mar", a cerveja que tomei ou com quem tomei. A nova língua que aprendi ou aprender que na verdade nós não fomos nada, apenas meros ouvintes. Tá confuso? Um pouco, mas pra bom entendedor, meia palavra basta.... Ah o céu, ah a lua.... ah o mar...

"Quando a gente fica em frente ao mar, a gente se sente melhor..."

sábado, 10 de outubro de 2009

Resposta

Bom, meu blog não era pra música, mas já está virando....

Resposta
Skank

Bem mais que o tempo
Que nós perdemos
Ficou prá trás
Também o que nos juntou...

Ainda lembro
Que eu estava lendo
Só prá saber
O que você achou
Dos versos que eu fiz
Ainda espero
Resposta...

Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou...

Você está vendo
O que está acontecendo
Nesse caderno
Sei que ainda estão...

Os versos seus
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite...

Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante...

domingo, 13 de setembro de 2009

Traumas

Bom, na verdade, eu to meia que sem saco pra escrever aqui. Sem saco e sem tempo. Pessoa atarefada é outra coisa né...hehehehe! Essa semana, uma música muito boa não saiu da minha cabeça por vários motivos. E essa música, acho q não vale só pra mim, mas pra muitos amigos também.

Traumas

Roberto Carlos
ps: com Los Hermanos é maravilhoso!

Meu pai um dia me falou
Pra que eu nunca mentisse

Mas ele também se esqueceu
De me dizer a verdade

Da realidade do mundo
Que eu ia saber

Dos traumas que a gente só sente
Depois de crescer

Falou dos anjos que eu conheci
No delírio da febre que ardia

Do meu pequeno corpo que sofria
Sem nada entender

Minha mulher em certa noite
Ao ver meu sono estremecido

Falou que os pesadelos são
Algum problema adormecido

Durante o dia a gente tenta
Com sorrisos disfarçar

Alguma coisa que na alma
Conseguimos sufocar

Meu pai tentou encher de fantasia
E enfeitar as coisas que eu via

Mas aqueles anjos agora já se foram
Depois que eu cresci

Da minha infância agora tão distante
Aqueles anjos no tempo eu perdi

Meu pai sentia o que eu sinto agora
Depois que cresci

Agora eu sei o que meu pai
Queria me esconder

Às vezes as mentiras
Também ajudam a viver

Talvez um dia pro meu filho
Eu também tenha que mentir

Pra enfeitar os caminhos
Que ele um dia vai seguir

Meu pai tentou encher de fantasia
E enfeitar as coisas que eu via

Mas aqueles anjos agora já se foram
Depois que eu cresci

Da minha infância agora tão distante
Aqueles anjos no tempo eu perdi

Meu pai sentia,
Sentia o que eu sinto agora
Depois que cresci

Meu pai tentou
Tentou encher de fantasia...

sábado, 25 de julho de 2009

Em Lá...

A música era maravilhosa no fundo... fechei os olhos e foi inevitável, uma lágrima caiu! Olhei para os lados pra ver se tinha alguém olhando, mas todos olhavam fixamente pra frente. Imediatamente sequei o rosto e voltei a atenção. Só não sei qual foi a melhor opção... cada frase parecia ser pra mim, cada expressão, cada nota, cada olhar. Mas que merda, aquilo tudo não saía da minha cabeça. Foco, foco... que foco? Já havia o perdido a muito tempo. Cada movimento seu parecia pedir a minha atenção, puro engano meu, pura tolice.(...)

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Sem título, sem nada...

Não quero olhar meu rosto no espelho e ver as lágrimas caindo, não quero ver a mulher tão fraca e impotente na qual eu me tornei. Sem a cabeça erguida e com o orgulho ferido. Sigo assim, de baixo da coberta no quarto escuro propositalmente e com os pensamentos mais obscuros e deprimentes no qual já tive. Falar que foi pensado? Não, não foi, mas "eu" poderia ter evitado e não ter escolhido essa opção(como sempre). Mais uma lição, colocar sempre o pé no chão antes de tudo. To aqui, angustiada, cansada e sem rumo. Só espero não escrever mais sobre isso... pelo menos por enquanto!

"Deixei no ar a porta aberta, no final de cada dia..."


"(...)Hoje eu quero somente esquecer
Quero o corpo sem qualquer querer
Tenho os olhos tão cansados de te ver
Na memória, no sonho e em vão
Não sei pra onde vou
Não sei, se vou ou vou ficar
Pensei, não quero mais pensar
Cansei de esperar
Agora nem sei mais o que querer
E a noite não tarda a nascer
Descansa coração e bate em paz"

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Medos

Ui, essa palavra realmente me dá medo. Uma vez me perguntaram do realmente eu tinha medo, complicadíssimo responder essa pergunta, mas enfim, acho que tenho medo de tanta coisa... medo do que eu não ouço, do que eu não vejo, dos risos falsos, dos abraços inverdadeiros, do que eu posso ser amanhã. Medo do que eu posso sentir, do que possa estar sentindo, das lágrimas que podem cair ou das que estão incontidas. Queria realmente não ter medo das minhas carências, dos meus silêncios, de não poder te fazer sorrir ou de te fazer chorar. Medo do amanhã, do ontem, do AGORA! Poderia ser tão simples ter medo só das passarelas ou das pontes. Queria apenas não ter medos nenhum, nenhum mesmo...

23:57 / 26/05/09 - ps: no Refúgio.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O retorno com Ela!

Eram 11 da noite quando resolvi pensar na vida, meu corpo ardia em febre... podia perceber por 2 motivos claros: 1 que meu irmão se cobria apenas por um lençol e eu por 2 edredons e 1 cobertor e 2 pelo ar quente que saia das minhas narinas quando respirava. Naquele exato momento acho que estava mais delirando do que no mundo real. Meus pensamentos estavam muito confusos e loucos.
Pensei em cada coisa louca e estranha até que cheguei em um pensamento lindo, tranquilo, sereno e feliz. É, estava pensando em minha mãe, minha guerreira e iluminada... tão forte, tão forte que quase chora quando vê um filho doente (rs). Pensei que há momentos na vida que não precisamos de de amores encantados, paixões desmedidas e príncipes encantados não. Precisamos apenas de um abraço Dela, dos conselhos, dos sorrisos e dos cascudos.
No meu pequeno delírio lembrei de quando era pequena (ops, mais nova). Ela me arrumando pra me levar à escola. Momentos raros esses, mas marcantes. O domingo no zoológico, nas festas de escola em que ela sempre chorava, mesmo eu vestida de caipira ou de árvore. Não importava a festa, ela sempre chorava no final. Os almoços de domingo eram os melhores, cercada do carinho dos meus avós, os olhos dela brilhavam e o sorriso não saía do seu rosto.
Nesse momento já não sabia se eu estava dormindo, delirando ou coisa parecida, mas ela entrou no quarto com um copo de suco e um remédio na mão. Meu corpo agradecia pelo remédio e meu coração pelo carinho feito até eu pegar no sono.
Depois de algumas horas, percebi que não estava delirando. Acordei toda suada e bem disposta e ela ao meu lado, havia pegado no sono. Ai de mim se não fosse ela ao meu lado! Concerteza ela não irá ler isso, mas mesmo assim quero agradece-la pelas noites de sono perdidas ou mal dormidas, pelo apoio sempre, pelos cascudos, por assistir "O Senhor dos anéis" e zuar o Frodo o tempo todo ( ele é gay!), enfim, obrigada por cuidar de mim! Te amo muito do tamanho do UNIVESO!!
PARABÉNS PELO SEU DIA MINHA MAMUSCA!!!!